segunda-feira, fevereiro 06, 2006

Á Beira da Minha Rua



(desculpem ter demorado tanto desde o ultimo post)


À beira da minha rua mora o sol
À beira da minha rua mora o sonho
Numa nuvem suspensa instável
Sobre um mar azul calmo, quieto

Esse sonho quer atingir a lua
Dedica-lhe poemas, qual trovador
Esse sonhos quer ser um com o mar
É amigo das ondas alegres

Mas vento pesadelo sopra incerto
Junto com a triste ventania
Sonho triste solta um lamento
"Vem cá! Devolve-me a alegria!"

A Lua acorda e levanta as estrelas
Juntas acendem a noite criada
As ondas apanham vento e ventania
Acaba o pesadelo, vem a brandura...

14 Comments:

At fevereiro 06, 2006 10:03 da tarde, Blogger Jorge Moreira divagou...

Que delícia!
Já não passava por cá há já algum tempo, mas valeu a pena voltar.
Beijinhos e boa semana.

 
At fevereiro 06, 2006 11:03 da tarde, Blogger Castor (moi-je...ehe, ehe) divagou...

Quando a Lua acorda e as estrelas se levantam, está na hora de nanar, pelo menos para alguns animais, não moi, que sou um animal roedor noctívago, ehe,ehe,ehe... É por isso que não tenho pesadelos, só pesaespíritos, ehe,ehe,ehe... CHUAC, Pastorinha!

 
At fevereiro 07, 2006 11:19 da manhã, Blogger O Micróbio divagou...

A serenidade da foto e das palavras atraiem neste post... :-)

 
At fevereiro 07, 2006 2:08 da tarde, Blogger maresia_mar divagou...

Olá, que beleza a foto e as palavras.. gostei da tua rua.. Bjhs

 
At fevereiro 07, 2006 4:38 da tarde, Blogger Daniela Mann divagou...

Também gostei muito do teu blog!
Força Susana, hei-de voltar mais vezes!

www.amar-ela.blogspot.com

 
At fevereiro 08, 2006 12:52 da manhã, Blogger antonior divagou...

Olá Pastorinha!
Tenho andado afastado da blogosfera, mas vim cá agora, porque vir aqui é um bálsamo. Se a tua rua é a da foto, é bonita e conheço-a bem. Eu moro, lá ao fundo, na linha do horizonte que espreita entre as paredes. A sério!!!!

A Lua acorda e levanta as estrelas
Juntas acendem a noite criada
As ondas apanham vento e ventania

É isso...e é lindo!

Beijinhos

 
At fevereiro 08, 2006 12:03 da tarde, Blogger zé das loas divagou...

Ora, nem mais! Continua a pastorear estrelas... Beijos

 
At fevereiro 08, 2006 2:30 da tarde, Blogger Teresa David divagou...

É sempre com prazer que leio as tuas coisas. Neste poema tão belo e com ritmo, ou seja com tudo certo para demonstrar o talento que possues, ocorre-me à memória de imediato o Cesário Verde!
Beijos
Teresa David

 
At fevereiro 08, 2006 8:18 da tarde, Anonymous el guardiam divagou...

muito miúda parabéns.
Fizeste-me lembrar "As Ruas da Minha Cidade" de Represas.

 
At fevereiro 09, 2006 9:33 da tarde, Blogger ana sofia divagou...

A maioria da pessoas tem um cantinho só seu ondem se refugia, tem o seu pequeno mundo, tu tens o maior curral k já vi.

Continua lá a guardar as tuas estrelas e a falar sobre o anoitecer e sobre a noxa Lx k eu prometo k terás sempre aki alguém pra t ouvir.

 
At fevereiro 10, 2006 1:48 da tarde, Blogger GNM divagou...

Muita simbologia neste teu poema!
Gostei!

Fica bem e continua a sorrir!

 
At fevereiro 13, 2006 10:41 da tarde, Anonymous batista filho divagou...

"As ondas apanham vento e ventania
Acaba o pesadelo, vem a brandura..."

Numa época em que a desesperança toma conta de tantas pessoas, quão se faz necessário manter uma luzinha acesa!

Gostei, muito!!!

Um abraço fraterno.

 
At março 13, 2006 12:12 da manhã, Blogger Isabel José António divagou...

Que giro! Parece o tipo de fotos que eu faço, de Lisboa!

Isabel

 
At setembro 15, 2007 1:08 da manhã, Blogger Tava Vargas divagou...

debo decir que estaba buscando ese poema, porque lo escuché en una canción
y me he tompado con tu blog
saludos desde Chile, muy buen sitio web

Tava

 

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